
No 5° arrondissement, você poderá comer um Extra Pitá no Quartier Latin, tirar uma foto na frente da fonte Saint-Michel, visitar os imortalizados do Pantheon, passear pelo Jardim de Plantas, ir ao Zoo, ter um ângulo único da Notre-Dame, a partir do terraço do mundo árabe, e jantar nos arredores da Place de la Contrescarpe, ápice desse arrondissement; Hemingway viveu a poucos metros de lá; Paul Verlaine morreu a poucos metros de lá, e duas placas indicam os locais.Há outra placa perto da fonte...
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Aquele lance de família e tudo... Sobrinhos, bagunça, vídeo-game, futebol... Ter sobrinhos é realmente uma delícia, ou melhor, é uma chave para “sua” liberdade. Se sua irmã e seu cunhado moram em sua casa, ou então nos fundos (rsrsrsr) você gozará da liberdade, enfim! Livre, livre das coisas cotidianas! Liberté, Égalité, Fraternité! Banzai! Você nunca mais precisará ir à padaria, ao bar da esquina, buscar documentos, ir ao banco, entregar presentes ou mimos chantagistas para seus parentes ou...
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Enquadro-me nas estatísticas que ressaltam a independência das mulheres. O café já está pronto quando ela acorda e confessa que se ficasse em casa dormiria um pouco mais. Costuma elogiar minha disciplina. Trocamos palavras sobre o noticiário do dia anterior e presto atenção em alguma recomendação sobre nosso filho. Abro o portão e espero o carro dobrar a esquina. Ela vai e eu fico. Aproveito que nosso filho ainda dorme para entrar na internet e conferir se saiu algum concurso que compense...
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O Titanic não afundou no mesmo dia em que o Santos foi fundado, exatamente, 100 anos atrás, em 14 de abril de 1912. A revista da National Geographic deste mês conta a história do transatlântico. O iceberg apareceu às 23h40, mas o navio só naufragou no dia seguinte, às 2h19 da madrugada. Fazendo as contas, quando o famoso navio imergiu, o alvinegro praiano já havia emergido na cidade de Santos, às 22 horas e 33 minutos do dia anterior, quando Raimundo Marques, de acordo com o que conta Vladir...
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Antes do Funkadelic, o que eu conhecia de funk resumia-se a James Brown, ao grupo War (principalmente por conta dos álbuns gravados com Eric Burdon) e a uma ou outra trilha bacanuda dos anos 60 e 70, como Shaft, do Isaac Hayes. Afora isso, ouvia alguma coisa, mas sem muita atenção. No dia em que ouvi o álbum Maggot brain, passei a respeitar e a querer entender muito mais de funk e soul, tal a pancada brutal que levei na minha área de associação sensorial a partir da audição do álbum. Porém...
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Muddy Waters, cujo nome verdadeiro era McKinely Morganfield, nasceu em 1915, no Mississipi e começou na música aos 13, tocando gaita; ao ouvir os álbuns do mito Robert Johnson, voltou sua atenção ao violão slide e, aos 17, iniciou sua carreira. Em 1944, “descobriu” a guitarra elétrica e não a abandonou mais, assumindo-a como instrumento definitivo; com isso, eletrificou o blues. Muddy Waters (algo como Águas Lamacentas), antes de qualquer artista de renome, foi quem tocou de forma brilhante...
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Este sítio, Tertúlia, nasceu de um fanzine. De 1993 a 1997 foram apenas seis números. Fanzine é uma revista que você mesmo faz, com tesoura, cola e uma ideia na cabeça. "Xerox e revolução", disse Marcel Plasse nos anos 90. Tertúlia agora está on-line. Seja bem-vind@. Música, cinema, literatura, entrevistas, futebol (Santos Futebol Clube), um pouco de meu trabalho (work in progress) e de tudo um pouco (gastronomia, cidades etc.). Coisas para relembrar: nunca tive talento para tocar guitarra (infelizmente) e sempre gostei de botes contra a corrente.
Renato Alessandro dos Santos
realess72@gmail.com